R.I.: Os Rumos da América do Sul

É pavoroso o caminho trilhado por países da América do Sul.

Fonte: Blog do Ariel Palacios

Pipocas: as novas vítimas colaterais das barreiras protecionistas do governo Kirchner

“A bateria de medidas protecionistas impostas pelo governo da presidente Cristina Kirchner está a ponto de liquidar um dos prazeres dos espectadores dos cinemas argentinos: a pipoca. Este alimento fast-food, inexoravelmente associado ao ato de assistir um filme, está em vias de extinção na Argentina, já que o secretário de Comércio Interior do país, Guillermo Moreno, além de limitar a entrada de produtos como fraldas, autopeças, seringas, remédios (inclusive oncológicos), pneus e livros, entre centenas de outros manufaturados ou insumos estrangeiros, também está bloqueando a entrada de máquinas de produção industrial de pipoca, importadas dos Estados Unidos, China e Rússia.”

Abuso de poder cresce na Venezuela de Chávez, diz ONG

“”A acumulação de poder pelo Executivo, a remoção de salvaguardas institucionais e a erosão de garantias de direitos deram ao governo de Chávez carta branca para intimidar, censurar e perseguir venezuelanos que criticam o presidente ou sua agenda política”, diz o documento.”

O milagre argentino

O fim do Tratado de Assunção: uma breve história do Mercosul, por Carlos Góes

“A aprovação da adesão da Venezuela, mesmo quando seu Chefe de Estado afirma claramente que os princípios fundamentais do bloco são errados, é tão somente o cume de um processo iniciado por crises econômicas em Brasil e Argentina e impulsionados pelas escolhas de política regional de Lula e Kirchner.”

Não é a toa o meu repúdio ao vídeo de apoio do ex-presidente do Brasil ao Chávez.

Volto mais tarde.

Ao som de The Charlatans – How High

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2 comentários sobre “R.I.: Os Rumos da América do Sul

  1. Só vejo acima análise simplista, tendenciosa, destituída de assentamento em dados e fatos concretos, em suma, ideologicamente de direita e, para completar, feita para idiotas.
    Não merecem comentários.
    Só acho que todo mundo que se mete em analisar polícamente as coisas deve, antes de mais nada, se definir politicamente, e não ficar tirando uma de indignado aéreo, descomprometido e tal. Se é de direita, ou neoconservador, ou neoliberal, enfim, qualquer desses outros nomes da direita atual, deve assumir isso claramente, inclusive, sem peso na consciência, pois cada um é livre para ser o que se é.
    O que não dá é para ficar vestindo pele de cordeiro quando se é lobo ou vice e versa ouficar fingindo (o que é pior) que não se é nem uma coisa nem outra.
    Aqui, por exemplo, vão as críticas de um socialista democrático, que acredita no Estado e o defende, e acredita que os homens são irmãos e, não, lobos uns dos outros. E que reconhece o quanto foi feito tanto pelo Comandante Hugo Chavéz quanto pelo companheiro Luis Inácio Lula para minorar um pouco ao menos o sofrimento de milhões, explorados e abandonados à própria sorte, por mais de 500 anos de dominação dessa “elite” (as aspas são necessárias, dada a flagrante indigência mental que lhe é imanente). E que, ademais, não se importa em viajar com eles no mesmo avião nem se queixa de aeroportos tomados por gente de rodoviária.
    Que horror os textos acima!
    Mateus Alves da Silva

    • Mateus,
      Apesar de claramente discordar de você e achar que termos como “feitos para idiotas” são extremamente desnecessários, seu comentário aqui permanecerá, afinal, liberdade de expressão é um dos pontos que eu mais defendo na vida.
      Att,
      Viviane

Comentários

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