Já se passou um ano do nascimento do país mais novo do mundo, o Sudão do Sul.
E a situação, como já era de se esperar, não é nada fácil.
De acordo com o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados - ACNUR – o país já recebeu quase 180.000 refugiados do Sudão, porém sem condições alguma de fazê-lo. Falta, entre outros, água potável.
Cito:
“O Sudão do Sul é o país mais afetado pelo grande fluxo de refugiados sudaneses. O país abriga em torno de 62 mil pessoas no estado Unity e 113 mil em Alto Nilo – principalmente em áreas remotas, onde não existe infraestrutura. Crianças e adolescentes de até 18 anos representam 52% da população refugiada em Assosa (Etiópia), 44% em Alto Nilo e 65% em Unity, ambos no Sudão do Sul. No Sudão do Sul, a escassez de água para atender a população refugiada é particularmente preocupante, mesmo com o início recente do período chuvoso. Uma grande parte do campo de Jammam, em Alto Nilo, por exemplo, está alagado, com o nível da água chegando ao tornozelo. Porém, o resevatório de água potável para distribuição e para as instalações sanitárias está abaixo do necessário. Poços foram cavados no local e em outros campos, mas muitos refugiados estão recebendo apenas um terço – ou ainda menos – do mínimo necessário para suas necessidades diárias. Um risco para a saúde”.
Triste!
Para ler a matéria completa, clique aqui.
Volto mais tarde.
Ao som de Gomez – Getting Better
